Eficiência e eqüidade podem, sim, andar juntas

Mercados não conhecem fraternidade e sua compreensão exige que sejam encarados como expressões de uma verdadeira mecânica dos interesses, da qual resulta a capacidade de satisfazer (de forma não planejada) as necessidades humanas: amigos, amigos, negócios à parte.

Soluções para o dilema da eficiência e da eqüidade

O capítulo sobre distribuição de renda do mais vendido manual contemporâneo de introdução à economia, o de N. Gregory Mankiw (Editora Campus) conclui de maneira sóbria que as sociedades enfrentam necessariamente um dilema (um trade-off) entre eqüidade e eficiência. O crescimento (a utilização eficiente dos recursos) supõe poupança e portanto uma certa concentração que sacrifica forçosamente a igualdade.