2012

Muito Além da Economia Verde

Editora Planeta Sustentável (Abril), 248 páginas.
É possível um capitalismo capaz de levar o mundo em conta? Ricardo Abramovay organiza a discussão e as informações sobre desenvolvimento sustentável no mundo contemporâneo para mostrar que, com o nível de desigualdade das sociedades e seu ritmo de crescimento, a economia verde não conseguirá compatibilizar seu tamanho com os limites dos ecossistemas. ‘Muito Além da Economia Verde’ pretende apontar para uma economia em que a cooperação social e o esforço por preservar e regenerar serviços naturais dos quais se depende tornam-se decisivos.

Disponível para compra em: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?sid=12921613614109401289106846&nitem=30140858

2009

Biocombustíveis: a energia da controvérsia

Editora SENAC, 184 páginas.
Se é verdade que a escassez do petróleo está próxima, faz-se necessário então a introdução de novas formas de energia. Nesse contexto, nos deparamos com as tentativas de disseminação dos biocombustíveis. Mas seria essa, realmente, uma forma de energia “limpa”? Quais são as suas contribuições e quais podem ser suas consequências? Esse livro se propõem a responder a essas perguntas no momento em que diversas alternativas são discutidas em todo mundo.

Disponível para compra em: http://www.americanas.com.br/produto/6875709/livro-biocombustiveis-a-energia-da-controversia

2008

Paradigmas do Capitalismo Agrária em Questão

Edusp- São Paulo, – 3ª Edição
Premiado pela ANPOCS como melhor tese de doutoramento brasileira em ciências sociais em 1991, o livro discute por que razão – contrariamente a tantas previsões apocalípticas – as unidades familiares de produção mantêm importância crucial para o crescimento agrícola e para o próprio desenvolvimento rural.

 

2004

 

Laços Financeiros na Luta Contra a Pobreza

FAPESP/Annablume
O maior mérito deste livro é mostrar que a vida financeira e a sobrevivência das famílias de baixa renda dependem dos vínculos de cooperação e de solidariedade entre as pessoas.

 

 

2003

 

O futuro das regiões rurais

Editora UFRGS
A obra mostra que a revalorização das regiões interioranas é um dos mais importantes fenômenos demográficos, sociais e culturais do início do milênio. Nunca, como durante a segunda metade do século XX, as aglomerações metropolitanas cresceram tanto. Apesar disso, já se notam sinais consistentes de que as áreas não-densamente povoadas apresentam um dinamismo que contradiz as previsões segundo as quais o mundo rural desempenharia um papel de menor importância no desenvolvimento contemporâneo. Depositários principais da biodiversidade, de um rico patrimônio paisagístico e de formas de vida crescentemente valorizadas nos dias de hoje, os espaços rurais ganham dimensões promissoras para o processo de desenvolvimento.
Comprar o Livro: http://www.livraria.ufrgs.br/ExibeProduto.aspx?codproduto=205

2002

Construindo a ciência ambiental

(organizador da coletânea) – FAPESP/Annablume
Este livro traz informações inéditas sobre problemas ambientais contemporâneos tanto brasileiros como internacionais: florestas, mananciais em áreas metropolitanas, aqüicultura, regiões costeiras, uso de agrotóxicos, mudanças tecnológicas e nos processos de trabalho, poluição por automóveis, são alguns dos temas abordados. Muitos destes trabalhos têm um forte conteúdo de denúncia e ao mesmo tempo – é uma característica básica da ciência ambiental – procuram estudar diferentes modalidades de participação pública na gestão do meio ambiente e formular propostas para que o crescimento econômico não esteja associado, como ocorre hoje de maneira dominante , à devastação do patrimônio natural, biológico e paisagístico.

2001
Os Impasses Sociais da Sucessão Hereditária na Agricultura Familiar

(EPAGRI/NEAD, 2001) – (em coautoria com Milton Silvestro, Márcio Antonio de Mello Clóvis Dorigon e Ivan T. Bandissera)
“Os autores deste trabalho dão uma contribuição de grande importância não só para a adoção, expansão e aperfeiçoamento de políticas públicas apropriadas à melhora das condições de vida no meio rural e, portanto, para incremento de um efetivo programa de desenvolvimento social no campo. Eles também nos oferecem um trabalho essencial à modificação da perspectiva que marca os interesses dos acadêmicos e a ação dos técnicos e educadores em relação ao campo. Eles nos ensinam que na roça há uma possibilidade de destino e de inserção ativa e participativa no mundo moderno para as novas gerações” – Do prefácio de José de Souza Martins.

2001
Razões e ficções do desenvolvimento

ARBIX, Glauco; ZILBOVICIUS, Mauro e ABRAMOVAY, Ricardo, orgs. UNESP/EDUSP – São Paulo
Coletânea resultante do Iº Seminário Internacional “Novos Paradigmas do Desenvolvimento”

 

1999
Nouvelles Configurations Villes-Campagne
Em colaboração com Ignacy Sachs – Programa MOST – UNESCO – Policy Papers
Texto apresentado para a IIª Conferência das Nações Unidas sobre Assentamentos Humanos – Habitat II

1998

Juventude e agricultura familiar

(em coautoria com Milton Silvestro, Nelson Cortina, Ivan T. Baldissera, Dilva Ferrari e Vilson M. Testa) – Eds. UNESCO – Convênio FAO/INCRA – EPAGRI
Estudo sobre os padrões de transferência hereditária e sucessão profissional na agricultura familiar do Oeste de Santa Catarina.
Clique aqui para acessar o livro no formato PDF

 

1995

“Le Statut de la Terre: Trente ans de Questions Agraires au Brésil”
Organizador do número especial dos Cahiers du Brésil Contemporain – MSH/EHESS/IHEAL
José Gomes da Silva, Jacques Chonchol, Delfim Netto, José Eli da Veiga e Maria de Nazareth Baudel Wanderley são alguns dos autores desta coletânea que faz um balanço de trinta anos de lutas sociais no campo.

1983

O Que É Fome

ed. Brasiliense (coleção Primeiros Passos), São Paulo – 9a. edição, 1991
Desde a fatal mordida da maça, o homem é responsável por seu sustento. Produzir, armazenar e distribuir regularmente alimentos de forma a escapar da penúria, eis um dos objetivos que permanece em toda a história. Entretanto, a angústia que as refeições representam para milhares de trabalhadores é o maior escândalo já conhecido no planeta. Por que motivo tanta gente passa fome? Estaria esta mesma fome relacionada à escassez de alimentos?

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